T1564.013: Bind Mounts
Bind Mounts (T1564.013) é uma técnica catalogada no MITRE ATT&CK Enterprise usada como referência para mapear comportamento adversário em auditorias de segurança.
Contexto para AppSec
Em uma auditoria de AppSec, Bind Mounts deve ser usada para revisar caminhos em que código, configuração, dependências ou infraestrutura podem viabilizar o comportamento descrito pela MITRE. No ATT&CK, ela aparece em Stealth. As plataformas mapeadas pela MITRE incluem Linux. No Vigly, esse contexto ajuda a conectar evidências do repositório com priorização e remediação.
Descrição oficial original do MITRE ATT&CK
Adversaries may abuse bind mounts on file structures to hide their activity and artifacts from native utilities. A bind mount maps a directory or file from one location on the filesystem to another, similar to a shortcut on Windows. It’s commonly used to provide access to specific files or directories across different environments, such as inside containers or chroot environments, and requires sudo access. Adversaries may use bind mounts to map either an empty directory or a benign /proc directory to a malicious process’s /proc directory. Using the commands mount –o bind /proc/benign-process /proc/malicious-process (or mount –B), the malicious process's /proc directory is overlayed with the contents of a benign process's /proc directory. When system utilities query process activity, such as ps and top, the kernel follows the bind mount and presents the benign directory’s contents instead of the malicious process's actual /proc directory. As a result, these utilities display information that appears to come from the benign process, effectively hiding the malicious process's metadata, executable, or other artifacts from detection.
Como o Vigly audita a técnica Bind Mounts automaticamente na sua pipeline
O Vigly cruza sinais de SAST, modelagem de ameaças, regras de negócio e evidências do repositório para priorizar riscos reais antes que eles cheguem à produção.
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